segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Prece de Amor

Queridos

Seguindo o calendário da gentileza...
Deixo aqui uma mensagem positiva para que alguém encontre!
E te faça feliz!

Prece de Amor
(Emmanuel)

Como estiveres,
Deus te guarde.

Como penses,
Deus te use.

Onde te encontres,
Deus te ilumine.

Com quem estejas,
Deus te guie.

No que fizeres,
Deus te ampare.

Em todos os teus passos,
Deus te abençoe.

E uma versão para cantar, de Elizabeth Lacerda, com o sugestivo nome de Canção do Irmão Ausente



Brisas de paz!
Carla

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Feliz 31 de outubro

Brisas mágicas!

Carla

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Pelo 20 de setembro...

Um pôr de sol em Porto Alegre...
Saudades e esperanças!

Beijos nas brisas...
Carla

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Museu Nacional

Consternada estou...
Parece que uma parte de minha infância foi consumida naquelas chamas...





O dinossauro enorme agora está só na memória!
O ambiente sagrado pisado por meus pés na sala da múmia egípcia!
Sagrado em outros planos!

Para quem quiser ajudar, os alunos da UNIRIO estão com uma campanha de arrecadação de memórias:

 
Para quem quiser conhecer, ainda que virtualmente, a página do museu é essa:
http://www.museunacional.ufrj.br/

Solidariedade aos diversos pesquisadores e servidores.
Como ex-aluna e ex-servidora da UFRJ e eterna carioca, nossos sentimentos!

Sejam leves as brisas
Levem tristezas embora
Tragam esperanças de dias melhores...

Meu carinho
Carla

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Sobre casas e coisas...

Queridos amigos,

Volto a escrever e compartilhar...
Há alguns dias tenho lembrado um poema de Rabindranath Tagore... 
Recebe o número 46 da parte intitulada Místicas, do livro Filigranas de Luz... 
Tenho uma edição bem antiga, de 1965, do Grupo Editorial Spiritvs. 
Espero que gostem!  
 
"Aqui está, Amigo, minha casa vazia e meu cheio coração: é o quanto resta, após a tempestade da véspera. 
Durante muito tempo, reuni objetos que a convenção valorizou, e de ornamentos inundei o lar, fazendo-o deslumbrante e belo. 
Muitas vezes desejei deter o sol triunfante, para que minhas águas se doirassem ao seu beijo, quando seus raios desciam a mirar-se no lago do meu quintal. Todavia, fagueiro ele corria pelo céu e, ocultando-se, fazia-me chorar de emoção ao vê-lo emoldurando nuvens brincalhonas.
Vezes outras, roguei à pálida virgem da noite descesse seus cabelos de prata, e os umedecesse no orvalho guardado nas pétalas do meu roseiral. No entanto, ei-la no lago, a deslizar nas águas paradas, despedaçando-se sob as rodas do carro do vento. 
Às aves do arvoredo, supliquei sempre cantassem à janela do meu quarto, despertando-me com o gorjeio das suas vozes canoras. Mas, quando as tive perto, no peitoril da janela, tornei-me ladrão, roubando-lhes a liberdade, para sempre as ouvir cantar... e, daí por diante, sempre estiveram a chorar a perda do céu sem fim e do arvoredo musical, que a brisa oscula e a noite acalenta. 
Tudo quis: nada tive. 
Quando, porém, a dor de muitos chorou à minha porta, qual tempestade de desesperos, dei todos os objetos, ornamentos e valores que a humana condição venera... 
E libertei-me da rapina, libertando as aves. 
A dor dos estranhos me falou tanto, que me fiz mendigo, rico que fui, para dar. 
E agora que chegas, Amigo, tu a quem amo... Somente posso oferecer-te minha casa vazia e meu cheio coração, eu que antes era dono de uma casa cheia e de um vazio coração."
 
Com carinho,  em brisas perfumadas,

Carla 

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Retrato da Amizade

Agradeço, alma fraterna e boa,
O amor que no teu gesto se condensa,
Deixando, ao longe, a festa, o ruído e o repouso
Para dar-me a presença…

Sofres sem reclamar, enquanto exponho
Minhas ideias diminutas
E anoto como é grande o teu carinho,
No sereno sorriso em que me escutas

Não sei dizer-te a gratidão que guardo
Pelas doces palavras que me dizes,
Amenizando as lutas que carrego
Em meus impulsos infelizes…

Auxilias-me a ver, sem barulho ou reproche,
Dos trilhos para o bem o mais certo e o mais curto,
Sem cobrar pagamentos ou louvores
Pelo valor do tempo que te furto.

Aceitas-me, no todo, como sou,
Nunca me perguntaste de onde vim,
Nem me solicitaste qualquer conta
Da enorme imperfeição que trago em mim!…

Agradeço-te, ainda, o socorro espontâneo
Que me estendes à vida, estrada afora,
Para que as minhas mãos se façam mensageiras
De consolo a quem chora!…

Louvado seja Deus, alma querida e bela,
Pelo conforto de teu braço irmão,
Por tudo o que tens sido em meu caminho,
Por tudo o que me dás ao coração!…


Mensagem de Maria Dolores, pela psicografia de Francisco Cândido Xavier
Livro Antologia da Espiritualidade


Meu carinho em brisas!


quarta-feira, 29 de junho de 2016

Encantada!


Encantada com a vida!
Encantada com as palavras dos amigos... e toda carga energética que as acompanha!
Hoje tive oportunidade de ler alguns emails antigos que ficaram guardados lá no provedor.
Que alegria!
Vi tantas mensagens de amizade e carinho!
Talvez na época não entendesse esse carinho todo, envolvida que estava em outras questões. Talvez tenha sentido e sido mais feliz... Não lembro mais!
Incrível como as boas palavras permanecem, como suas vibrações têm a capacidade de ultrapassar a dimensão tempo e envolve-nos em ondas de paz!
Hoje vai meu pensamento especial, cheio de brisas cor de rosa para cada um de vocês...
Daniele, João, Wagner... Abgail, Francis, Milca...
E com carinho pelo aniversário da Valéria!
Quantas coisas boas ficaram esquecidas...
Grata à tecnologia que permite-nos rever essas mensagens felizes!
Que Deus conserve vocês em bênçãos de paz!

Meu carinho em brisas!