terça-feira, 9 de janeiro de 2007

Eu lembro...

Hoje uma nostalgia me fez visitar os arquivos de blogs de amigos... arquivos bem longínquos...
E beber nas palavras de tempos que vivemos felizes as alegrias ali registradas...
Início de namoros
Fases de esperanças
Percalços vencidos pela simples vontade
Obstáculos superados com sorrisos
E versos fluindo como lenços flutuantes em danças árabes
Sons, sons ritmados nas palavras
Os guizos, os sóis... todas as brisas
E as flores!


Gostoso lembrar de como se pode ser feliz
Apenas na disposição de querer ser.
E felicito estes amigos que deixaram escrito e público
O registro autêntico de uma alegria real
Vivemos!

Hoje somos tão mais maduros!
(E essa frase me vem cheia de risos!)
Minha prece ainda ecoa sobre a montanha
E envolvo vocês em carinhos!

Quanta coisa tenho para contar!
Quanto amor achei quando me dispus a viver!

Flores...
Aquele foi tempo de plantio
Víamos o verde e sonhávamos o vermelho, o amarelo, o azul
O arco íris!
Acho que sonhamos sempre!!!!



Sopro beijos em brisas!
Envolvo cada um em estrelas
Amo!

Sejam felizes!

Meu carinho em brisas!

Carla

PS: Todas as imagens de Josephine Wall (www.josephinewall.co.uk). Thanks!

quarta-feira, 3 de janeiro de 2007

Física quântica, pensamentos, vida!

Este fim de ano foi uma avalanche de acontecimentos e descobertas!
E muitas mudanças!
As idéias todas vibram e ainda não sei como transferi-las para cá a contento...
Desacelero meu tempo preparando um chima com cuidado... Que delícia que é!



Eis que tu vieste aqui!
Então receba meu cesto de flores de bons sentimentos!
Todos os desejos de que este ano novo seja muito mais feliz!

Como o Edgard Scandurra,
eu vejo flores em você!

Brisas

Carla

sábado, 14 de outubro de 2006

Do que me faz chorar...

Queridos

Todos nós, andando pela estrada da vida, descobrimos paisagens, flores, mensagens, que nos chegam de modo especial, único... Um riacho a correr nunca se repete.
Teu dia, hoje, também não. É único e especial, como as pessoas que irão te encontrar.

Nessas minhas andanças, descobri uma história.
Sinto-me como quem te pedisse para parar um pouco e olhar uma paisagem que acabei de descobrir. Talvez tu já conheças, e ainda assim desfrutes... Talvez tu não consigas ver da forma que eu vi... Talvez tu sorrias da minha ingenuidade, conhecendo ainda muito mais... Que importa?

Vamos ser felizes?

"A tigela de madeira

Um senhor de idade foi morar com seu filho, nora e o netinho de quatro anos.
As mãos do velhinho eram trêmulas, sua visão embaçada e seus passos vacilantes.
A família comia reunida à mesa. Mas, as mãos trêmulas e a visão falha do avô o atrapalhavam na hora de comer. Ervilhas rolavam de sua colher e caíam no chão. Quando pegava o copo, leite era derramado na toalha da mesa.
O filho e a nora irritaram-se com a bagunça.
- "Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai", disse o filho.
- "Já tivemos suficiente leite derramado, barulho de gente comendo com a boca aberta e comida pelo chão."
Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa num cantinho da cozinha.
Ali, o avô comia sozinho enquanto o restante da família fazia as refeições à mesa, com satisfação.
Desde que o velhinho quebrara um ou dois pratos, sua comida agora era servida numa tigela de madeira.
Quando a família olhava para o avô sentado ali sozinho, às vezes ele tinha lágrimas em seus olhos. Mesmo assim, as únicas palavras que lhe diziam eram admoestações ásperas quando ele deixava um talher ou comida cair ao chão.
O menino de 4 anos assistia a tudo em silêncio.
Uma noite, antes do jantar, o pai percebeu que o filho pequeno estava no chão, manuseando pedaços de madeira.
Ele perguntou delicadamente à criança: - "O que você está fazendo?"
O menino respondeu docemente: - "Oh, estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem, quando eu crescer." O garotinho sorriu e voltou ao trabalho.
Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais que eles ficaram mudos. Então lágrimas começaram a escorrer de seus olhos. Embora ninguém tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito. Naquela noite, o pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente conduziu-o à mesa da família.
Dali para frente e até o final de seus dias ele comeu todas as refeições com a família. E por alguma razão, o marido e a esposa não se importavam mais quando um garfo caía, leite era derramado ou a toalha da mesa sujava.



Aprendi que não importa o que aconteça, ou quão ruim pareça o dia de hoje, a vida continua, e amanhã será melhor.

Aprendi que se pode conhecer bem uma pessoa, pela forma como ela lida com três coisas: um dia chuvoso, uma bagagem perdida e os fios das luzes de uma árvore de Natal que se embaraçaram.

Aprendi que, não importa o tipo de relacionamento que tenha com seus pais, você sentirá falta deles quando partirem.

Aprendi que "saber ganhar" a vida não é a mesma coisa que "saber viver".

Aprendi que a vida às vezes nos dá uma segunda chance.

Aprendi que viver não é só receber, é também dar.

Aprendi que se você procurar a felicidade, vai se iludir. Mas, se focalizar a atenção na família, nos amigos, nas necessidades dos outros, no trabalho e procurar fazer o melhor, a felicidade vai encontrá-lo.

Aprendi que sempre que decido algo com o coração aberto, geralmente acerto.

Aprendi que quando sinto dores, não preciso ser uma dor para outros.

Aprendi que diariamente preciso alcançar e tocar alguém. As pessoas gostam de um toque humano segurar na mão, receber um abraço afetuoso, ou simplesmente um tapinha amigável nas costas.

Aprendi que ainda tenho muito que aprender.

As pessoas se esquecerão do que você disse... Esquecerão o que você fez...

Mas nunca esquecerão como você as tratou."

(Desconheço o autor).

Beijos nas brisas
Meu carinho

Carla

quinta-feira, 28 de setembro de 2006

Sobre nós mesmos

"Nosso modo de pensar atrai nossas experiências, pois pensar é um contínuo ato de escolher. Evitar não pensar é também uma escolha; portanto, somos nós que fabricamos as fibras que confeccionarão a textura da nossa existência.
"Quando selecionamos um determinado comportamento, cujo resultado é possível prever, estamos também escolhendo esse mesmo resultado e, obviamente, devemos aceitar a responsabilidade de tal fato.
"Somos responsáveis pela maneira como nos relacionamos com as pessoas, isto é, cônjuges, fihos, parentes, amigos e conhecidos, porque, certamente, ninguém nos obriga a agir desta ou daquela forma, mas, se assim acontecer, é porque nós mesmos cedemos diante da exigência dos outros.
"Considerando que nossas atitudes são como grãos de areia, repetindo-as, com certa regularidade, criaremos pequenos montes. Tudo se inicia com diminutos grãos de areia. Inicialmente, formam uma colina, logo depois, um morro e, com a constante repetição dessas mesmas atitudes, erguem-se enormes montanhas e, finalmente, uma cordilheira.
"Somos responsáveis por tudo o que experimentamos em nós mesmos; enfim, criamos nossa própria realidade."

Hammed

Este texto continua.
Faz parte do livro As dores da alma, minha leitura atual.

Só este trecho, porém, já dá muito o que pensar.
Aliás, pensar...
Infinitas possibilidades... grãozinhos de areia que elegemos...

"Misericórida quero, e não sacrifício..." (Mt, 9:13)

Tanto o que refletir...

Brisas doces de harmonia e paz!
Meu carinho.

Carla

domingo, 17 de setembro de 2006

Uma prece

"Agora, mesmo que eu esteja calado, sem que emita qualquer som, minhalma se encontra cantando.
A tua melodia ressoa nas cordas sensíveis da minha emoção e a música da ternura inunda meus minutos com festa, impedidno que a tristeza habite na casa do meu coração.
Aprendo a escutar todos os murmúrios que exaltam a vida e que antes, na balbúrdia da minha inquietação, passavam despercebidos.
Quem te ouve uma vez, nunca mais deixa de escutar-te, impregnado pelo teu canto que se faz a voz de todas as vozes silenciosas."

Rabindranath Tagore

Caminhando a passos largos pela bosque dos dias
Ouço vozes cariciosas convidando-me ao sol, à luz!
Guizos em meus pés, sou toda adoração!
Piso delicada e descalça por esses caminhos verdes
Sinto-te presente, revitalizando-me!
Sinto-me tão criança, ao sorrir...

Inspira-nos, Pai querido de todos nós
A aproveitarmos esses breves momentos de vigília
Para fazermos felizes e sermos felizes
Espalharmos o bem!
Sustenta nossa coragem, nossa fé, nosso amor!
Obrigada, Senhor!

Brisas

Carla

domingo, 10 de setembro de 2006

Proeza

Há muito tempo atrás, em outra versão deste blog, falei sobre os algozes e vítimas...
Como vamos mudando de posição ao longo da vida!
Ideal é não ferir, nem se deixar ferir, perdoando sempre, indo além!
Há mais tempo ainda, num exemplar de O Evangelho Segundo o Espiritismo que carregava na bolsa, para ler nos intervalos entre trabalho e faculdade, escrevi, para me lembrar, assim: "(...) procurando não ferir meus semelhantes e tendo paciência quando contrariada e buscando as causas de minhas contrariedades para localizar os defeitos que devo extirpar."

Era tão radical e tão simplista!

Estamos aprendendo, pouco a pouco, já que uma das leis da vida é a lei de progresso.
Inevitável, portanto, essa conquista do espírito.

No meio-tempo entre a ferida aberta e o bálsamo, entre o sol e a tempestade, no tal instante do amadurecimento, encontrei uma mensagem que, naturalmente, soou diferente hoje para mim.

Palavras de Emmanuel, que divido com vocês.
Ei-la:

PROEZA


Existe na paciência determinado ápice, às vezes, pouco lembrado.

Efetivamente, é com a paciência que se ouvem acusações indébitas, sem reações violentas; que suportamos as vicissitudes da existência, sem nos queixarmos; que se toleram as ironias e os sarcasmos dos adversários gratuitos; que se atravessam com serenidade os espinheirais da incompreensão que se desenvolvem nos entes mais caros; que se agüentam injúrias e pedradas do desequilíbrio e da ignorância que ainda governam muita gente no mundo.

A paciência, em verdade, é a força que nos assegura a calma e o discernimento nas horas amargas; no entanto, é justo lembrar que tão-só na paciência encontramos a proeza de saber alguém humilhar-se e esquecer-se, chorar e sofrer, perseverar no bem e sustentar-se na luz do amor ao próximo, apesar de todas as vicissitudes da vida e continuar trabalhando e servindo sem reclamar.

Psicografado por Francisco Cândido Xavier, do livro Luz e Vida.

Continuar!
Viver!
Ir!

Brisas amenas nesta semana de tantas lembranças!
Beijos carinhosos de flores!

Carla

terça-feira, 5 de setembro de 2006

Das alegrias

Nesses dias, tenho sentido tanta paz...
De repente, as letras das músicas da Rita Lee começaram a fazer tanto sentido!
Ando meio corpo presente, alma distante!

E desisti de ficar chorando.
Hoje, quando a coisa aperta, acabo mesmo é rindo... de nervoso, mas rindo!
Tão gostoso rir!

Tão bom a gente envolver olhares ansiosos em olhares carinhosos!
Tão bom fazer carinhos com a voz em forma de gentilezas!

Difícil é ser durona, chamar a atenção... Mas faz parte do aprendizado.
Faz parte até do gostar.

Das frases muitas que tenho recebido dos amigos, destaco:

"Essa é a verdadeira chave para a vida: se modificares a tua mentalidade, tuas condições se modificarão também - teu corpo irá modificar-se; tuas atividades rotineiras irão modificar-se; teu lar irá modificar-se; toda a tônica da tua vida irá modificar-se - pois o estares feliz e contente ou deprimido e infeliz, depende inteiramente do tipo de alimento mental de que te nutres." Emmet Fox

Com todos os votos para que tudo corra bem com a Cris amanhã!
Meus pensamentos de paz para a Vivi...
Luzes e flores para todos!

Amor
Para meu amor!

Brisas!
Carla

terça-feira, 29 de agosto de 2006

A canção do amor

Queridos

Recebi esta mensagem de um amigo, e, mesmo conhecendo o final, me emocionei novamente...
Como é bom descobrir em nós essa capacidade de se emocionar!
Releiam, ou, conheçam pela primeira vez...

"Quando Karen, como qualquer mãe, soube que um bebê estava a caminho, fez todo o possível para ajudar o seu outro filho, Michael, com três anos de idade, a se preparar para a chegada.

Os exames mostraram que era uma menina, e todos os dias Michael cantava perto da barriga de sua mãe. Afinal, ele já amava a sua irmãzinha antes mesmo dela nascer.

A gravidez se desenvolveu normalmente.

No tempo certo, vieram as contrações. Primeiro, a cada cinco minutos; depois a cada três; então, a cada minuto uma contração.

Entretanto, surgiram algumas complicações e o trabalho de parto de Karen demorou horas. Enfim, depois de muito tempo de sofrimento a irmãzinha de Michael nasceu. Só que ela estava muito mal.

Com a sirene no último volume, a ambulância levou a recém-nascida para a UTI neonatal do hospital Saint Mary.

Os dias passaram. A menininha piorava. O médico disse aos pais para se prepararem para o pior. Haviam poucas esperanças. Karen e seu marido começaram, com muita tristeza, os preparativos para o funeral.

Há apenas alguns dias antes estavam arrumando o quarto para esperar pelo novo bebê. E agora, os planos eram outros.

Enquanto isso Michael pedia todos os dias aos pais que o levassem para conhecer a sua irmãzinha.

"Eu quero cantar pra ela", dizia.

A segunda semana de UTI entrou e não se sabia se o bebê sobreviveria até o fim dela.

Michael continuava insistindo com seus pais para que o deixassem cantar para sua irmã, mas crianças não podiam entrar na UTI.

Mas a mãe, Karen, decidiu: levaria Michael ao hospital de qualquer jeito. Ele ainda não tinha visto a irmã e, se não fosse hoje, talvez não a visse viva.

Ela vestiu Michael e rumou para o hospital. A enfermeira não permitiu que ele entrasse e exigiu que ela o retirasse dali. Mas Karen insistiu: "ele não irá embora até que veja a sua irmãzinha!"

Diante da insistência e sofrimento daquela mãe, a enfermeira levou Michael até à incubadora.

Ele olhou demoradamente para aquela trouxinha de gente que perdia a batalha pela vida e, depois de alguns minutos, começou a cantar com sua voz infantil:

"você é o meu sol, o meu único sol. Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro..."

Naquele momento, o bebê pareceu reagir. A pulsação começou a baixar e se estabilizou. Karen encorajou Michael a continuar cantando.

E ele prosseguiu: "você não sabe, querida, o quanto eu a amo. Por favor, não leve o meu sol embora..."

Enquanto Michael cantava, a respiração difícil do bebê foi se tornando suave. "continue, querido!", Pediu Karen, emocionada.

E Michael sussurava baixinho: "outra noite, querida, eu sonhei que você estava em meus braços..." O bebê começou a relaxar. Michael cantava. A enfermeira começou a chorar.

"você é o meu sol, o meu único sol. Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro...por favor, não leve o meu sol embora..."

No dia seguinte, a irmã de Michael já tinha se recuperado e em poucos dias foi para casa.

O Woman's Day magazine chamou essa história de "o milagre da canção de um irmão". Os médicos chamaram simplesmente de milagre. Karen chamou de milagre do amor de Deus.

***

O amor é a presença de Deus no coração das criaturas. É força incrivelmente poderosa, capaz de modificar as situações mais difíceis.

Quem ama, envolve a pessoa amada em suave bálsamo perfumado que penetra e alivia as dores, os medos, a insegurança.

O amor fortalece a confiança, faz florescer a esperança, renascer a alegria, ressurgir a felicidade.

(Texto do Momento Espírita ).

Obrigada pela canção de amor que ouço...
Que as brisas levem minha canção para vocês!
Meu carinho

Carla

sexta-feira, 25 de agosto de 2006

Do paraíso...

Aos primeiros acordes desta música no rádio, trocava de estação...
Nem sabia que era a Marisa Monte quem cantava!

Mas dia chegou em que, querendo ou não, tive que ouvir, com toda calma, essa melodia, essa letra. Que bom! Que presente!

Por que privei-me tanto tempo desta felicidade?
Não sei ainda responder.

Mas, se me permitem, quero repartir com vocês esse presente: ei-lo!
Desfrutem!


Vilarejo

Composição: Marisa Monte, Pedro Baby, Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes

Há um vilarejo ali
Onde areja um vento bom
Na varanda,
Quem descansa
Vê o horizonte
Deitar no chão

Pra acalmar o coração
Lá o mundo tem razão
Terra de heróis,
Lares de mãe
Paraíso se mudou para lá

Por cima das casas, cal
Frutos em qualquer quintal
Peitos fartos,
Filhos fortes
Sonho semeando o mundo real

Toda gente cabe lá
Palestina, Shangri-lá

Vem andar e voa
Vem andar e voa
Vem andar e voa

Lá o tempo espera
Lá é primavera
Portas e janelas
Ficam sempre abertas
Pra sorte entrar

Em todas as mesas, pão
Flores enfeitando
Os caminhos,
Os vestidos,
Os destinos
E essa canção

Tem um verdadeiro amor
Para quando você
For...



Brisas brilhantes
Voam, voam, voam...
Saudades levantando cortinas de renda
O sol, as flores
Nossa casa
E os sorrisos!

Beijinhos

Carla

terça-feira, 1 de agosto de 2006

Das palavras certas

O trabalho tem sido fonte de desafios...
Passeio entre fazer as coisas corretas e fazer corretamente as coisas.

Hoje me descobri um dogue alemão em loja de cristais...
Escrevi uma resposta para um fornecedor, carregando nos termos e questionamentos, "rascante"!
E ainda bem que não sou eu quem fala diretamente com ele.
Tive oportunidade de ver o filtro, o texto reescrito com diplomacia desconhecida pra mim...

Bah!
Ou antes, ouça-se aqui o amortecer do mais precioso vaso de cristal...


Que coisa linda, que texto primoroso: tudo o que eu queria dizer de uma maneira polida, mas não menos contundente. Dando o recado e ainda deixando o outro numa tal situação que nem raiva eles poderiam sentir!

Vou aprender a escrever assim
A falar assim
A pensar assim!

Esse jeito de ser revela o profundo respeito pelo outro, sem perder o respeito por si mesmo.

Equilíbrio!

Que bom que Deus me permite perceber estas coisas!
Agora quero aprender.

Beijos e boa semana!

Carla